Substitui, no teu vocabulário, as más pelas boas palavras.
Expressões chulas e vulgares, talvez estejam na moda, porém “envenenam o coração”.
A palavra é instrumento da vida para a comunicação, o entendimento, e não arma para agressão, violência e vulgaridade.
O uso irregular das palavras corrompe a mente e rebaixa o homem.
O verbo expressa a qualidade moral do indivíduo.
Porque há pessoas que falam bem e são más, não é justo que sendo bom, te apresentes mal.
Ante as calamidades que afligem a natureza, gerando o espetáculo deprimente das provações coletivas, não te esqueças daquele mundo vivo que somos nós mesmos, governado por leis que não poderemos trair. Lembra-te de que todos os nossos desacertos na luta e deserções do dever representam deplorável plantação de males em nossa rota. A rendição ao vício e o culto da crueldade criam espessas nuvens de treva em torno de nossos passos a rebentarem depois, em temporais de lágrimas, que valem por destruidoras convulsões em nosso campo íntimo. É por isso que a experiência atual para nós outros permanece juncada pelos destroços de ontem, quando a nossa invigilância favoreceu na estrada que nos é própria os flagelos morais que hoje nos patrocinam as dificuldades e os sofrimentos. Os obstáculos do templo familiar, os impedimentos afetivos, os espinheiros profissionais e os tremendos conflitos interiores que nos assomam à vida constituem dolorosas reminiscências dos cataclismos da alma que nós mesmos criamos. Regeneremos, assim, o destino, suportando com heroísmo e serenidade o inquietante reajuste de agora. Achamo-nos à frente do passado que ainda vive em nós e, se nos propomos alcançar o futuro de firmamento sem sombra em que desejamos viver, saibamos carregar a cruz de provas e inibições que nós mesmos talhamos, a fim de que, com ela e por ela, possamos proclamar perante a lei o nosso justo resgate, garantindo, dessa forma, a posse de nossa verdadeira libertação.
Emmanuel
Do Livro: Fé, Paz, Amor
Psicografia: Francisco Cândido Xavier
Editora: GEEM
Eu, menino, sentado na calçada, sob um sol escaldante, observava a movimentação das pessoas em volta, e tentava compreender o que estava acontecendo.
Que é o Natal? Perguntava-me, em silêncio.
Eu, menino, ouvira falar que aquele era o dia em que Papai Noel, em seu trenó puxado por renas, cruzava os céus distribuindo brinquedos a todas as crianças.
E por que então, eu, que passo a madrugada ao relento nunca vi o trenó voador? Onde estão os meus presentes? Perguntava-me.
E eu, menino, imaginava que o Natal não deveria ser isso.
Talvez fosse um dia especial, em que as pessoas abraçassem seus familiares e fossem mais amigas umas das outras.
Ou talvez fosse o dia da fraternidade e do perdão.
Mas então por que eu, sentado no meio-fio, não recebo sequer um sorriso? Perguntava-me, com tristeza e por que a polícia trabalha no Natal?
E eu, menino, entendia que não devia ser assim...
Imaginava que talvez o Natal fosse um dia mágico porque as pessoas enchem as igrejas em busca de Deus.
Mas por que, então, não saem de lá melhores do que entraram?
Debatia-me, na ânsia de compreender essa ocasião diferente.
Via risos, mas eram gargalhadas que escondiam tanta tristeza e ódio, tanta amargura e sofrimento...
E eu, menino, mergulhado em tão profundas reflexões, vi aproximar-se um homem...
Era um belo homem...
Não era gordo nem magro, nem alto nem baixo, nem branco, nem preto, nem pardo, nem amarelo ou vermelho.
Era apenas um homem com olhos cor de ternura e um sorriso em forma de carinho que, numa voz em tom de afago, saudou-me:
Olá, menino!
Oi!... respondi, meio tímido.
E, com grande admiração, vi-o acomodar-se a meu lado, na calçada, sob o sol escaldante.
Eu, menino, aceitei-o como amigo, num olhar. E atirei-lhe a pergunta que me inquietava e entristecia:
Que é o Natal?
Ele, sorrindo ainda mais, respondeu-me, sereno:
Meu aniversário.
Como assim? Perguntei, percebendo que ele estava sozinho.
Por que você não está em casa? Onde estão os seus familiares?
E ele me disse: Esta é a minha família, apontando para aquelas pessoas que andavam apressadas.
E eu, menino, não compreendi.
Você também faz parte da minha família... Acrescentou, aumentando a confusão na minha cabeça de menino.
Não conheço você! - eu disse.
É porque nunca lhe falaram de mim. Mas eu o conheço. E o amo...
Tremi de emoção com aquelas palavras, na minha fragilidade de menino.
Você deve estar triste, comentei. Porque está sozinho, justo no dia do próprio aniversário...
Neste momento, estou com você - respondeu-me, com um sorriso.
E conversamos...uma conversa de poucas palavras, muito silêncio, muitos olhares e um grande sentimento, naquela prece que fazia arder o coração e a própria alma.
A noite chegou... E as primeiras estrelas surgiram no céu.
E conversamos... Eu, menino, e ele.
E ele me falava, e eu O entendia. E eu O sentia. E eu O amava...
Eu, menino: sou as cordas. Ele: o artista. E entre nós dois se fez a melodia!...
E eu, menino, sorri...
Quando a madrugada chegou e, enquanto piscavam as luzes que iluminavam as casas, Ele se ergueu e eu adivinhei que era a despedida. E eu suspirava, de alma renovada.
Abracei-O pela cintura, e lhe disse: Feliz aniversário!
Ele ergueu-me no ar, com Seus braços fortes, tão fortes quanto a paz, e disse-me:
Presenteie-me compartilhando este abraço com a minha família, que também é sua... Ame-os com respeito. Respeite-os com ternura, com carinho e amizade. E tenha um feliz Natal!
E porque eu não queria vê-lo ir-se embora, saí correndo em disparada pela rua. Abandonei-O, levando-O para sempre no mais íntimo do coração...
E saí em busca de braços que aceitassem os meus...
E eu, menino, nunca mais O vi. Mas fiquei com a certeza de que Ele sempre está comigo, e não apenas nas noites de Natal...
E eu, menino, sorri... pois agora eu sei que Ele é Jesus... E é por causa Dele que existe o Natal.
Olhando atentamente ao nosso derredor, se observamos que, em pleno ar um pássaro é atingido por mortífero grão de chumbo, a que conclusão chegamos?
Certamente deduziremos que hábil atirador o alvejou, ainda que não o possamos ver.
Sendo assim, nem sempre é necessário que vejamos uma coisa para saber que ela existe.
Em tudo, observando os efeitos é que se chega ao conhecimento das causas.
E, se todo o efeito tem uma causa, por conseguinte, todo efeito inteligente tem uma causa inteligente.
Assim é que, quando contemplamos uma obra-prima da arte ou da indústria, dizemos que quem a produziu foi um homem de gênio, porque só uma alta inteligência poderia concebê-la.
Reconhece-se, no entanto, que ela é obra de um homem, por se verificar que não está acima da capacidade humana; mas, ninguém terá a idéia de dizer que saiu do cérebro de um idiota ou de um ignorante, e, ainda menos, que é trabalho de um animal, ou produto do acaso.
Pois bem! Lançando o olhar sobre as obras da natureza, notando a providência, a sabedoria, a harmonia que presidem a essas obras, reconhecemos não haver nenhuma que não ultrapasse os limites da mais portentosa inteligência humana.
Ora, desde que o homem não as pode produzir, é que elas são produto de uma inteligência superior à humanidade, a menos que se admita que há efeito sem causa.
E é a essa inteligência suprema que chamamos Deus.
... E onde está Deus? - pergunta o cientista.
- Ninguém jamais o viu. Deus é somente uma invenção da fé - responde, às pressas, o materialista...
Já o pensador, dirá sensatamente:
- Não vejo Deus mas sinto que Ele existe. A natureza mostra claramente em que consiste o Seu poder.
Mas o poeta dirá, com a segurança de quem tem certeza:
- Eu vejo Deus no riso da criança...no céu, no mar, na luz...
- Eu vejo Deus na mão que acaricia... No olhar das mães fitando os filhos seus... Nas noites de luar, claras e belas...
- Em tudo pulsa o coração de Deus.
- Eu vejo Deus nas flores e nos prados, nos astros a rolar pelo infinito...
- Escuto Deus na voz dos namorados... E sinto Deus na lágrima do aflito...
- Escuto Deus na frase que perdoa... Contemplo Deus no abraço dos amigos ...
- Eu vejo Deus na criatura boa... E sinto Deus na paz, na alegria...
- Escuto Deus no som da melodia... E sinto Deus na brisa refrescante...
- Contemplo Deus no sol que ilumina... E sinto Deus no perfume das flores...
- Eu vejo Deus na chuva que beija a terra... E sinto Deus na fé, na esperança...
***
O mesmo calor solar, que mantém no estado líquido a água dos rios e dos mares, conduz a seiva à fronde das árvores e faz pulsar o coração dos abutres e das pombas.
A luz que espalha o verdor nos prados e nutre as plantas com um sopro impalpável, também povoa a atmosfera das maravilhosas belezas aéreas.
O som que estremece a folhagem, canta na orla dos bosques e ruge nas plagas marinhas.
Enfim, em tudo vemos uma correlação de forças físicas, que abrange num mesmo sistema a totalidade da vida sob a comunhão das mesmas leis.
É ao autor dessas leis soberanas e perfeitas que chamamos Deus.
Bibliografia consultada:
A Gênese, da Allan Kardec. Cap. II
Deus na Natureza, de Camille Flammarion, Cap. II
Conta-se que certa ocasião, um imperador alemão realizou uma visita a uma das mais afastadas províncias dos seus domínios.
Passando por uma pequena escola, situada à beira da estrada por onde passava, em uma zona rural, resolveu interromper a viagem e visitar os alunos.
Professores e crianças o receberam com emoção, respeito e acatamento.
No meio de tanto entusiasmo, houve quem improvisasse um discurso para saudar a ilustre personagem.
O imperador ficou surpreso e feliz com a recepção.
Percebendo que a classe era viva, inteligente e desinibida, sentiu-se muito à vontade entre os alunos.
Depois de os ouvir cantar, declamar, discursar, ele resolveu se divertir um pouco com eles.
Pediu a seu secretário que lhe trouxesse uma laranja e, mostrando-a aos meninos e meninas, perguntou:
"Qual de vocês é capaz de me responder a que reino pertence esta fruta que tenho na mão?"
"Ao reino vegetal." - respondeu de imediato uma garota risonha, de olhos brilhantes e muito comunicativa.
"Surpreendente!" - disse o imperador. E continuou:
"Já que você respondeu com tanta precisão, vou lhe fazer duas outras perguntas. Espero que você responda correta e imediatamente. Se me responder sem hesitar, eu lhe dou uma medalha como prêmio. Aceita o desafio?"
"Aceito, sim senhor." - falou prontamente a garota.
Então, colocando a mão no bolso de sua farda, tirou uma moeda e a mostrou à menina, indagando:
"E esta moeda - a que reino pertence?"
"Ao reino mineral." - disse ela.
"E eu, a que reino pertenço?" Questionou o imperador.
Houve um rápido momento de silêncio. Os colegas se entreolharam. A garota apagou o sorriso alegre. Ficou séria e constrangida. Ficou preocupada em ofender o imperador, dizendo que ele pertencia ao reino animal.
Mas, afinal, a resposta seria a correta. Contudo, pensava, poderia perder a medalha e até ser repreendida.
Então, de repente uma resposta lhe veio à mente. Seus olhos voltaram a brilhar, um sorriso iluminou a sua face e ela respondeu,alto e claro: "o senhor pertence ao reino de Deus!'
A resposta da menina causou admiração entre os colegas, professora e toda a comitiva que acompanhava o imperador.
Foi, no entanto, o próprio imperador que mais se sentiu tocado pela afirmativa da garota.
Com voz embargada, entregou a medalha prometida e, emocionado, falou:
"Espero que eu seja digno desse reino, minha filha!"
Pense nisso!
Todos somos de Deus. Grandes e pequenos. Pobres e ricos. Saudáveis e enfermos.
Independente de cor, raça, nacionalidade, todos somos de deus.
Todos fomos criados por Ele, mesmo que alguns afirmemos não acreditar que Ele exista.
Somos alimentados por seu amor, todos os dias. E todos alcançaremos, embora em momentos diferentes, o seu reino de paz, de justiça e amor.
Isso porque deus ama a todos de igual maneira e oferece as mesmas chances de progresso e felicidade.
E pacientemente espera que aceitemos a sua oferta.
Todos somos de deus. Você, eu, a humanidade inteira!
Não esqueça disso e abra seu sorriso de esperança, renove as suas forças e prossiga no rumo da luz, abraçando o bem.
Equipe de Redação do Momento Espírita com base em história de autor desconhecido.
Hei, você, aonde vai com tanta pressa?
Eu sei que você tem pouco tempo...
Mas será que poderia me dar uns minutos da sua atenção?
Percebo que há muita gente nas ruas, correndo como você.
Para onde vão todos?
Os shoppings estão lotados...
Crianças são arrastadas por pais apressados, em meio ao torvelinho...
Há uma correria generalizada...
Alimentos e bebidas são armazenados...
E os presentes, então? São tantos a providenciar...
Entendo que você tenha pouco tempo.
Mas qual é o motivo dessa correria?
Percebo, também, luzes enfeitando vitrines, ruas, casas, árvores...
Mas confesso que vejo pouco brilho nos olhares...
Poucos sorrisos afáveis, pouca paciência para uma conversa fraternal...
É bonito ver luzes, cores, fartura...
Mas seria tão belo ver sorrisos francos...
Apertos de mãos demorados...
Abraços de ternura...
Mais gratidão...
Mais carinho...
Mais compaixão...
Talvez você nunca tenha notado que há pessoas que oferecem presentes por mero interesse...
Que há abraços frios e calculistas...
Que familiares se odeiam, sem a mínima disposição para a reconciliação.
Mas já que você me emprestou uns minutos do seu precioso tempo, gostaria de lhe perguntar novamente: para que tanta correria?
Em meio à agitação, sentado no meio-fio, um mendigo, ébrio, grita bem alto: "viva Jesus, feliz Natal"!
E os sóbrios comentam: "é louco!".
E a cidade se prepara... Será Natal.
Mas, para você que ainda tem tempo de meditar sobre o verdadeiro significado do Natal, ouso dizer:
O Natal não é apenas uma data festiva, é um modo de viver.
O Natal é a expressão da caridade...
E quem vive sem caridade desconhece o encanto do mar que incessantemente acaricia a praia, num vai-e-vem constante...
Natal é fraternidade...
E a vida sem fraternidade é como um rio sem leito, uma noite sem luar, uma criança sem sorriso, uma estrela sem luz.
Mas o Natal também é união...
E a vida sem união é como um barco rachado, um pássaro de asas quebradas, um navegante perdido no oceano sem fim.
E, finalmente, o Natal é pura expressão do amor...
E a vida sem amor é desabilitada para a paz, porque em sua intimidade não sopra a brisa suave do amanhecer, nem se percebe o cenário multicolorido do crepúsculo.
Viver sem a paz é como navegar sem bússola em noite escura... É desconhecer os caminhos que enaltecem a alma e dão sentido à vida.
Enfim, a vida sem amor... Bem, a vida sem amor é mera ilusão.
Que este Natal seja, para você, mais que festas e troca de presentes...
Que possa ser um marco definitivo no seu modo de viver, conforme o modelo trazido pelo notável Mestre, cuja passagem pela Terra deu origem ao Natal...
Você tem observado os quadros do mundo e tem sentido o coração apertado, mais de uma vez.
Você assiste, pela TV, as cenas de crianças morrendo de fome, de doentes em corredores de hospitais perecendo por falta de assistência.
"É o caos", pensa você. E espera que o governo tome providências. Que as autoridades se movimentem.
Entretanto, não se demore na posição de comentarista.
Pense no que você pode fazer.
Não diga que é pobre e incapaz de contribuir na campanha do bem ao próximo.
Pensemos juntos.
Se você renunciar a um refrigerante em cada cinco, segundo os seus hábitos, poderá destinar a quantia, ao final de um mês a um hospital.
A sua renúncia equivalerá a uma medicação para um doente.
Se você renunciar ao cinema uma vez em cada cinco, endereçando o valor economizado a uma creche, ao término de algumas semanas a instituição contará com mais leite em favor daquelas crianças.
Se você renunciar à compra de uma revista em cada cinco que costuma adquirir, ao término de duas ou três semanas, o valor poderá ser destinado a uma instituição que acolha idosos.
O dinheiro poderá servir, quem sabe, para comprar uns docinhos extras, pequenas guloseimas que eles ainda apreciam.
Se você economizar as peças de vestuário, guardando a importância equivalente a uma delas em cada cinco, ao final de um ano você disporá de recursos suficientes para vestir alguém que a nudez ameaça.
Se você deixar de ir ao restaurante uma vez em cada cinco que costume ir, ao final de algumas semanas, poderá encaminhar o valor economizado a um albergue para alimentar quem se encontra distante do próprio lar.
Se você economizar o equivalente à aquisição de um novo calçado, a cada cinco, poderá endereçar o valor para uma instituição que lute com dificuldades para pagar a conta da energia elétrica, da água ou do supermercado.
Não espere, portanto, pelas decisões do governo. Ou que pessoas mais abonadas do que você realizem aquilo que você pode realizar.
Será uma gota no oceano, dirá você. Mas não esqueça que o oceano é feito de gotas d´água e que o rio começa com um filete na fenda da montanha.
Não espere pela bondade dos outros.
Lembre-se daquela que você mesmo pode fazer.
É possível que você diga que tem direito ao supérfluo, porque luta e trabalha para isso. E tem razão. Mas pense naqueles a quem falta o necessário.
Você pode afirmar que está contribuindo com a indústria do refrigerante, a mídia escrita, as empresas da moda e os restaurantes.
Porque todos são fonte de trabalho para muitas pessoas. É verdade. Mas o que você economizar, destinando a outrem, continuará movimentando a indústria e o comércio.
E estará diminuindo dores, mitigando a fome, protegendo corpos, enriquecendo um pouco a mesa de alguém que já abandonou os sonhos há muito tempo...
Não contestamos seu direito de decidir a forma de empregar os seus recursos amoedados.
A vontade é atributo do espírito. É dádiva de Deus para que decidamos, por nós, quanto à direção do próprio destino.
O nosso lembrete é somente uma sugestão para aqueles que acreditam na força da caridade.
E essa caridade só terá realmente valor se houver algum laço entre a caridade e você.
***
Caridade é bênção sublime a se desdobrar em socorro silencioso.
É uma escada de luz onde o próximo é o degrau evolutivo que permite a ascensão e o auxílio fraternal é oportunidade iluminativa.
A caridade - vida da alma - é a mais alta conquista que o homem poderá colocar como meta para si mesmo.
Momento Espírita com base no cap. 57 do livro O Espírito da verdade, de Espíritos diversos, psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, ed. Feb e do verbete caridade do livro Repositório de sabedoria, do Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.