Substitui, no teu vocabulário, as más pelas boas palavras.
Expressões chulas e vulgares, talvez estejam na moda, porém “envenenam o coração”.
A palavra é instrumento da vida para a comunicação, o entendimento, e não arma para agressão, violência e vulgaridade.
O uso irregular das palavras corrompe a mente e rebaixa o homem.
O verbo expressa a qualidade moral do indivíduo.
Porque há pessoas que falam bem e são más, não é justo que sendo bom, te apresentes mal.
Lendo: O Mundo Invisível e a Guerra de Léon Denis, Edições CELD.
Lidos: o romance de Emmanuel, Paulo e Estêvão, psicografada por Francisco Cândido Xavier, Nosso Lar, A Caminho da Luz, Os Mensageiros obras de André Luiz, psicografada por Francisco Cândido Xavier; Memórias de um suicida, de Yvonne A. Pereira (obra mediúnica); romance Um roqueiro no além, de Nelson Moraes pelo espírito Zílio Dramas da obsessão pelo Espírito Bezerra de Menezes, de Yvonne A. Pereira. Livros de Estudo:Iniciação Espírita, autores diversos. Programa de aulas completo, abrangendo todo o curso da Escola de Aprendizes do Evangelho - desde a formação do cosmo, da Terra, a evolução planetária, passando pelas três revelações, até os tópicos mais atuais do conhecimento espírita. O Redentor, Edgard Armond. Levantamento amplo e irrestrito sobre a vida, a personalidade, a doutrina e os fatos mediúnicos notáveis que marcaram a trajetória do Cristo na Terra, numa linguagem acessível e concisa. Um dos livros mais lidos e interessantes sobre o Mestre da Galiléia. Entendendo o Espiritismo - Curso Básico autores diversos, Editora Aliança, livro do Curso Básico.
Livros de cabeceira: O Livro dos Espíritos e O Evangelho Segundo o Espiritismo
Incessantemente, busque a sua identidade real, isto é, descubra-se, para o seu próprio bem. Em qualquer circunstância, mantenha-se você mesmo.
Não se apresente superior ao que é, nem se subestime, a ponto de parecer o que não seja. Ser autêntico é forma de adquirir dignidade.
Quem hoje triunfa, começou a batalha antes.
Quem está combatendo, alcançará a vitória logo mais.
Você nasceu para ser vencedor.
Um vencedor é sempre parte da resposta.
Um perdedor é sempre parte de um problema.
Um vencedor sempre tem um programa.
Um perdedor sempre tem uma desculpa.
Um vencedor diz: "deixe-me ajudá-lo".
Um perdedor diz: "não é minha obrigação!".
Um vencedor enxerga uma reposta para cada problema.
Um perdedor enxerga um problema para cada resposta.
Um vencedor diz: "pode ser difícil, mas é possível".
Um perdedor diz: "pode ser possível, mas é difícil".
Rudyard Kipling, também criador do personagem Tarzan, escreveu com grande lucidez, o poema que denominou se...,e diz o seguinte:
Se és capaz de manter a tua calma quando todo mundo ao redor já a perdeu e te culpa de crer em ti, quando estão todos duvidando e para estes, no entanto, achar uma desculpa;
Se és capaz de esperar sem te desesperares, ou, enganado, não mentir ao mentiroso, ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares, e não parecer bom demais nem pretensioso.
Se és capaz de pensar - sem que a isso só te atires;
De sonhar - sem fazer dos sonhos teus senhores;
Se, encontrando a derrota e o triunfo, conseguires tratar da mesma forma a estes dois impostores;
Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas em armadilhas as verdades que dissestes, e as coisas porque desta vida, estraçalhadas, e refazê-las com bem pouco que te reste;
Se és capaz de arriscar numa única parada tudo quanto ganhaste em toda a tua vida, e perdes, e, ao perder, sem nunca dizer nada, resignado tornar ao ponto de partida;
De forçar coração, nervos, músculos, tudo, a dar, seja o que for, que neles ainda existe e a persistir assim quando exausto, contudo resta a vontade em ti, que ainda ordena: persiste!
Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes, e, entre reis, não perder a naturalidade, e de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes;
Se a todos podes ser de alguma utilidade, e se és capaz de dar, segundo por segundo ao minuto fatal todo valor e brilho;
Tua é a terra com tudo o que existe no mundo e - o que é muito mais - és um homem, meu filho!
Seja amigo da verdade, sem a transformar numa arma de destruição ou de ofensa.
O vencedor comete erros e diz: "eu estava errado". O perdedor diz: "não foi minha culpa".
Guie-se sempre pela decisão que produza menor soma de prejuízos a você mesmo ao seu próximo.
O vencedor transpõe o problema. O perdedor dá voltas ao redor do problema.
Você não é um observador distante da vida.
Você está na condição de membro do organismo universal, investido de tarefas e responsabilidades, de cujo desempenho resultarão a ordem e o sucesso de muitas coisas.
O vencedor trabalha mais arduamente que o perdedor e tem mais tempo.
O perdedor está sempre muito ocupado, talvez evitando o fracasso...
Considere-se pessoa valiosa no conjunto da criação, tornando-se cada dia mais atuante na obra do Pai e fazendo-a melhor conhecida e mais considerada.
Você é herdeiro de Deus, e o universo, de alguma forma, também lhe pertence.
Cada dia vencido são vinte e quatro horas que você ganhou.
Debbie tinha apenas 16 anos quando seu professor de inglês a seqüestrou e lhe tirou a vida.
Sua mãe, Betty, ficou tão deprimida com o acontecido que todas as noites bebia até dormir. Passou a negligenciar seus outros quatro filhos.
Dia após dia ela amaldiçoava o assassino. Ele lhe retirou o hálito de vida. Ele destroçou a vida de uma adolescente risonha que tecia planos para o futuro.
Nada diminuía a dor de Betty, nem a ausência de qualquer motivo evidente para aquele crime terrível. Nem a condenação do professor Ray Payne à prisão perpétua.
O ódio a consumia. Começou a ter dores de cabeça constantes, dor nas costas. Depois de algum tempo, mal conseguia ficar de pé.
Seis anos se passaram assim, lentos, doloridos, sofridos. Até que, certo dia sua irmã morreu. Durante o funeral, alguma coisa a impressionou.
Foi um trecho do Pai Nosso, a respeito do qual nunca, até então, ela meditara: "assim como nós perdoamos a quem nos tenha ofendido."
Ela procurou literatura a respeito do perdão. Talvez encontrasse uma resposta para sua vida.
Foi visitar o túmulo de Debbie. Pela primeira vez leu com atenção o que estava gravado na lápide: "o mundo precisa agora é de amor."
Logo, Betty estava repetindo em voz alta, como se fosse um mantra, as palavras: "quero perdoar Ray."
Meses depois, resolveu escrever ao assassino: "cansei de sentir raiva de você. Posso visitá-lo?"
Onze anos depois da morte de sua adorada filha, Debbie visitou Payne na prisão.
Ela disse a ele o que Debbie significava para ela. O quanto ela sofria. Ambos acabaram chorando.
Quando ela saiu da prisão, naquele dia, sentia-se uma pessoa diferente. Seu coração estava leve.
Ela havia lançado algo fora: a mágoa, a raiva que tanto a haviam consumido naqueles longos e arrastados onze anos de ausência de sua Debbie.
Os amigos, espantados, não conseguiam entender a sua atitude. A sua resposta era: "o perdão foi o maior presente que dei a mim e aos meus filhos."
Atualmente, Betty trabalha como mediadora num programa para vítimas de crimes violentos.
Em paz consigo mesma, ela afirma que foi uma incrível jornada de cura que salvou a sua vida.
E a jornada se chama perdão.
O perdão substitui sentimentos hostis que destroem a organização física, a paz, por sentimentos positivos que fazem o corpo se acalmar, relaxar, melhorando a saúde.
Agarrar-se a um ressentimento por meses ou anos significa assumir um compromisso com a raiva.
O perdão pode ser um poderoso antídoto contra a raiva. Quem se permite consumir pela raiva faz ligações perigosas com a hipertensão crônica e tem aumentado o risco de doenças cardíacas.
Além de acarretar benefícios emocionais, purgar a raiva pode ajudar a curar parte do que nos aflige fisicamente.
O simples fato de pensar em solucionar uma mágoa já pode ajudar.
Na Irlanda do Norte foi realizado interessante estudo com 17 adultos que haviam perdido parentes por causa da violência terrorista.
Com uma semana de treinamento para o perdão, seu sofrimento mental caiu cerca de 40%.
Foi constatado 35% de redução das dores de cabeça, dor nas costas e insônia.
Vale a pena perdoar! É uma questão de desejar o bem para si mesmo.
Não existe uma solução única para os males do coração. Se você não conseguir perdoar totalmente, só o fato de não estar fervendo de raiva, nem planejando vingança, é um bom começo.
De toda forma, o perdão é poderoso. Embora não possa mudar o passado, pode conduzir a um futuro mais saudável e feliz.
com base no artigo O poder do perdão, de Lisa Collier Cool, da revista Seleções do Reader's Digest, de junho2004.
É um longa-metragem de 115 minutos, gravado digitalmente e editado em computadores para ser exibido em Casas Espíritas e gravado em mídias de DVD, VHS e CD-ROM, para a comercialização.
A empresa MELION FILMES está propondo seus serviços a essa população maravilhosa, através da arte dramática e do cinema. O projeto tem por finalidade ser pioneiro na produção de filmes com temática ESPÍRITA.
SINOPSE
Carolina, aos cinco anos de idade, perde seu pai, João. Órfã, é encaminhada a um orfanato onde fica até completar 18 anos.
João, após treze anos estudando no plano espiritual, tem a missão de ajudar um grupo de três espíritas nas sessões mediúnicas, orientado por sua protetora, Helena, que instrui João na sua nova vida depois do desencarne.
Logo ao sair do Orfanato, Carolina passa a viver inúmeras situações difíceis, muitas delas, por causa da sua amiga, Rita, mas João e sua Protetora ajudam-na, sempre que possível.
Carolina, sem ter para onde ir, começa a perambular pelas ruas, onde passa por perigos, provações e aventuras. Um final surpreendente está para acontecer nessa bela estória com temática Espírita.
Sobre o Produtor: MELION FILMES
Estabelecida na capital de São Paulo, a MELION tem notado uma mudança nos anseios das pessoas, excepcionalmente nos jovens que buscam uma identidade frente aos desafios que a vida lhes propõe.
Por isso, tomou a iniciativa de oferecer a essas pessoas, um caminho seguro no que diz respeito aos questionamentos íntimos:
De onde viemos? Para onde vamos? Porque as desigualdades sociais? Como se comportar perante a sociedade para poder ser útil à humanidade?
Acreditamos num futuro melhor no sentido de esclarecimentos sobre uma nova visão do Evangelho de Jesus. E a maneira mais popular e interessante que encontramos para fazer isso é através daquilo que sabemos fazer de melhor. FILMES.
No íntimo de todas as criaturas existe o desejo de ser feliz e de afastar os sofrimentos.
Ninguém gosta de sofrer.
No entanto, Jesus cristo nos disse: "no mundo só tereis aflições."
São variadas as causas das aflições. Podemos, para melhor compreensão, separá-las entre as que têm origem em nossa intimidade e aquelas próprias da natureza em que vivemos.
Assim temos várias dores que somente têm a ver com o mundo em que nos encontramos.
Por exemplo, a dor causada pelo nascimento do siso, o último dos molares, é um impositivo da biologia humana. A dor pela picada de um mosquito ou de uma agulha, da mesma forma.
São dores próprias de um mundo material. São dores comuns a que estão sujeitos os seres que habitam o planeta.
O sofrimento faz parte de nossa vida, uma vez que em tudo existe a necessidade de ação.
Nossa mente pensa, nossa vontade almeja. Mas o corpo precisa executar.
Toda vez que desejamos alguma coisa, quando aspiramos algo, a necessidade de trabalhar para realizar nossos sonhos gera um certo sofrimento.
Quem deseja bater recordes, vive aflições. São horas intermináveis de exercícios, disciplina rígida, com intuito de superar as próprias limitações físicas.
Dores físicas, preocupação com a classificação, um revés de última hora. Aflições de toda sorte.
Quem deseja passar no vestibular, apesar do grande esforço aplicado no estudo, se aflige ante a perspectiva de não conseguir a vaga pretendida.
E se esquecer tudo na hora da prova? E se não conseguir a vaga? E se precisar fazer outro vestibular?
Quem deseja ser cantor, ator, engenheiro, médico passa pelas aflições das horas estafantes de estudo, estágio, aprendizagem, esforço,testes.
Reveses. Inquietudes. Aflições.
Em tudo há sofrimento pois em tudo existe a necessidade do esforço material, de conformidade com o nível evolutivo do mundo em que vivemos.
No mundo só teremos aflições!
São os sofrimentos desse mundo, os empeços materiais que se apresentam.
Também existem os sofrimentos causados por nós mesmos. É o resultado originado de nossas intenções, de nossas atitudes, do estado geral da nossa mente e do nosso coração.
Quando tomamos decisões desequilibradas, sofremos.
Quando agimos de forma negativa, teremos que recolher adiante o resultado dessas ações infelizes.
Quando pensamos somente em nós, num egocentrismo doentio, sofremos.
Quando desejamos que as coisas não passem, não mudem ou não terminem, sofremos novamente.
Tudo passa. As paisagens mudam. Os momentos bons terminam, e os maus também.
Procurando entender a mensagem de Jesus poderemos vencer os sofrimentos do mundo, vendo-os como realmente se apresentam.
Ou seja, como empeços materiais numa realidade relativa. Alargando nosso ponto de vista poderemos vencer a melancolia e a aflição.
Sem visão pessimista, venceremos os obstáculos próprios ao meio em que nos encontramos.
E se optarmos por seguir Jesus, não haverá aflição que resista ao bendito remédio da fé.
Todos desejamos ser feliz. Sejamos ricos ou pobres, instruídos ou não, todos desejamos evitar os sofrimentos.
Assim, procuremos vencer as tribulações de cada dia e encontrar razões para felicidade em coisas pequenas.
Ser grato pelo que temos, pelo que usufruímos.
Aprender com os pássaros a saudar o dia com um cântico de esperança.
Eis uma boa fórmula para superar as aflições e começar a ser feliz, desde hoje.
Texto com base no cap. 10 do livro O despertar da alma, de Cristian Macedo, Sociedade Espírita Esperança.
Estávamos assistindo a um programa de televisão, um dia desses, e não pudemos deixar de registrar um fato interessante.
O repórter estava entrevistando um ex-jogador de futebol que foi contemporâneo de Pelé, Garrincha, e outros mestres do esporte.
A entrevista transcorria de maneira agradável, pois o repórter conduziu a conversa fazendo correlação entre o futebol e a vida cotidiana.
Em vários momentos o entrevistado deixou transparecer a sua boa conduta perante a vida.
Era um jogador exemplar; um esposo dedicado e fiel; um pai amável e companheiro; não era dado a farras e bebedeiras; sempre foi benquisto pelos colegas de profissão.
Em cada item desses, o repórter questionava: "por que você age assim?" E ele respondia: "é por causa da minha religião."
Os valores expressados pelo desportista causavam agradável impressão ao telespectador.
O seu exemplo de vida certamente despertou a curiosidade de muitos, para saber qual era a religião que professava.
O repórter, como que captando a curiosidade geral, fez a pergunta tão esperada: "e qual é a sua religião?"
Para surpresa de todos, o ex-jogador disse convicto: "minha religião, é que eu não tenho religião.
Como sei que a minha vida vai acabar no túmulo, quero deixar para meus familiares uma boa imagem, um bom exemplo."
O que mais nos impressionou no depoimento daquele homem, foi a sua disposição firme de ser honrado, nobre, digno, mesmo acreditando que sua vida acaba no túmulo.
Podemos dizer que seu exemplo deve provocar sérias reflexões naqueles que professam uma religião, que acreditam na imortalidade da alma, que têm fé em Deus, e não agem como tal.
Alguns acreditam, sinceramente, que o fato de seguirem esta ou aquela religião, basta para que tenham sua felicidade futura garantida. Para que tenham um lugar de destaque no além.
No entanto, podemos afirmar, sem sombra de dúvidas, que o que importa para as leis divinas, não é a bandeira religiosa que se ostenta, mas as obras realizadas.
As leis de Deus darão a cada um segundo as suas obras. Nada mais. Nada menos. Se assim não fosse, não seria justo. E Deus é a suprema justiça.
A religião, portanto, é um meio para que se atinja um fim, que é o aperfeiçoamento do ser humano.
Por isso afirmam, com muita propriedade, os sábios do espaço, que a melhor religião é a que maior número de homens de bem fizer.
Se a pessoa tem boa índole e não deseja se vincular a esta ou aquela religião, não deixará de entrar no reino dos céus, pois o reino dos céus, como afirmou Jesus, está dentro de nós, e não fora.
No caso do ex-jogador, sua religião é a sua própria consciência. E sua consciência é uma bússola segura.
De tudo isto podemos concluir que mais importante do que ter uma religião, é ser um homem de bem.
Não queremos dizer com isto que não existam e não existirão homens de bem no seio das religiões, isso não.
A história registrou e ainda registrará grandes vultos no meio religioso. Homens livres para amar a todos, sem barreiras nem preconceitos.
O homem verdadeiramente livre e bom entende que nós somos todos filhos de Deus. E nosso destino é o amor.
Quando praticarmos o amor ao próximo como a nós mesmos cumpriremos o nosso objetivo na terra.
Uma grande família; uma família que se abraça mais, e sabe respeitar a todos independente de credo, raça e condição social.
Quando o amor nortear nossas vidas, não precisaremos mais lutar e matar em nome de Deus. Estaremos mais fortes para enfrentar outros tipos de desafios; respiraremos ares de paz e união.
Pense nisso!
Procure ser melhor hoje do que foi ontem, e melhor amanhã, do que está sendo hoje.
Seja um homem de bem, tentando acertar o máximo que puder, para que, quando alguém lhe perguntar qual a sua religião, você possa responder: "a minha religião é o amor."
Em seu livro "lições de vida para famílias", Maria Tereza Maldonado enumera diversas sugestões que têm por objetivo auxiliar as pessoas a construir uma família harmoniosa, saudável e feliz.
Entre elas podemos ressaltar as seguintes:
Primeira: escute com atenção antes de falar; tente entender o que a pessoa realmente está dizendo, que pode ser muito diferente do que você acha que ela quer dizer.
Segunda: gentileza e boas maneiras são essenciais para construir um bom convívio familiar.
Terceira: aumente as opções de atividades prazerosas com seus familiares: conversar, brincar e jogar, ver bons filmes, passear.
Quarta: demonstre seu interesse em saber o que seus familiares estão fazendo, experimentando ou descobrindo na vida.
Quinta: para enviar mensagens fortes e eficazes para seus familiares, procure ter coerência entre palavras, gestos e atitudes.
Sexta: se você diz "não" com muita freqüência, aprenda a dizer "sim" com carinho. Se você diz "sim" demais, aprenda a dizer "não" sem culpa.
Sétima: tente criar, junto com seus familiares, maneiras eficazes de simplificar a vida para torná-la mais pacífica e prazerosa.
Oitava: aprender a tolerar frustrações é essencial para desenvolver paciência, compaixão e compreensão.
Nona: cada membro da família precisa descobrir meios eficazes e saudáveis de descarregar as tensões inevitáveis do dia-a-dia sem maltratar os outros.
Décima: os laços de sangue não garantem automaticamente a existência do amor, que precisa ser constantemente criado e bem cuidado ao longo da vida."
A oportunidade de estarmos inseridos em um determinado grupo familiar é uma abençoada oportunidade que nos é oferecida pelo Pai Criador.
Os laços familiares que hoje nos envolvem são aqueles que nos são necessários ao nosso crescimento e desenvolvimento moral e espiritual.
As dificuldades de relacionamentos, tão estranhas e inaceitáveis aos olhos do mundo, podem ter causa em fatos pretéritos que escapam às nossas lembranças.
Os filhos difíceis de hoje podem ser cúmplices ou vítimas de nosso passado equivocado.
Podemos ter sido seus algozes ou aqueles que, pensando agir por amor, possamos ter-lhes desviado do bom caminho.
Encontrarmo-nos hoje nesse grupo familiar não é obra do acaso, nem da desdita.
Em tudo há sempre a mão e a autorização de Deus.
Eis aí uma nova chance de resgate e de reparação.
Aproveitemo-la.
Façamos a parte que nos cabe, nessa nobre tarefa que é viver em família.
Sejamos dignos, honrando os compromissos que assumimos perante Deus e perante os homens, educando os pequeninos e educando a nós próprios.
Vençamos os vícios que ainda azedam nossos dias e infelicitam nossos companheiros de jornada.
Abandonemos a reclamação vazia e inócua.
Superemos a preguiça e a omissão.
Abracemo-nos e unamo-nos em prol desse objetivo tão importante e básico que é viver bem em família, a fim de que possamos conviver do mesmo modo com toda a humanidade.
Terminei esta semana o Curso Básico de Espiritismo, entramos agora no mês de Agosto na Escola de Aprendizes do Evangelho, com duração de 117 aulas, uma média de 34 aulas por ano.
A Escola de Aprendizes do evangelho é um programa organizado para proporcionar a vivência do Cristianismo como proposta essencial de aperfeiçoamento moral da Humanidade através da Reforma Íntima do ser. Busca a renovação do homem em seus sentimentos, pensamentos e atitudes, proporcionando-lhe experiências de verdadeiro auto-conhecimento e despertamento de seus ideais divinos.
Não se trata de um curso como habitualmente se entende a partir da palavra 'escola', mas sim de um processo de Iniciação Espiritual baseado no Evangelho de Jesus, entendido como a forma mais pura de vivenciar a proposta religiosa do Espiritismo para o Bem da Humanidade.
As aulas da Escola de Aprendizes do Evangelho são organizadas em encontros semanais de 90 minutos de duração. A direção da turma é composta de um Dirigente, um Assistente e um Secretário, que durante todo o período do curso darão assistência aos alunos.
As inscrições são abertas ao público, sem qualquer restrição, seja de ordem religiosa, material ou pessoal. As inscrições podem ser aceitas até a aula que corresponde ao limite máximo de faltas, quando exceder o aluno deverá procurar a turma seguinte.
Tratando-se de uma escola de natureza iniciática, as aulas não possuem cunho acadêmico. Sua apresentação visa o processo de renovação do indivíduo. Paralelamente aos trabalhos, o programa integra uma visão geral da Doutrina Espírita.
Quem é que nunca sentiu dor? Pelo menos algum tipo de sofrimento todos nós já experimentamos.
Mas, como tem sido o nosso comportamento diante da dor?
Naquele dia, quando três cruzes foram erguidas no calvário, três dores haveriam de ser sentidas.
Uma era a dor de Dimas, o chamado bom ladrão. A outra, do segundo malfeitor que estava ao outro lado de Jesus. E a terceira, era a dor do injustiçado.
Cada um, por sua vez, enfrentou a dor daquele momento com uma disposição íntima toda própria.
A dor do bom ladrão era a dor do arrependimento. Dor de quem aceita a cruz por saber merecê-la e não reclama por tê-la como suplício.
Já a dor do outro era a dor da revolta, do orgulho ferido, de quem não aceita a cruz por achar-se vítima de uma sociedade, a quem lança a culpa pelos seus desatinos.
Mas a dor do cristo era a dor de quem sabia que o verdadeiro sofrimento estava no porvir. Era a dor do incompreendido. Daquele que, por tanto amar, recebeu a cruz injusta.
Jesus, em momento algum blasfemou contra o madeiro que carregava sobre os ombros feridos.
Sabia por antecipação, que Suas lições e Seus exemplos ficariam para a eternidade.
O Mestre sabia que a lição da cruz seria importante para ensinar o Seu rebanho a enfrentar o sofrimento, ainda quando parecesse injusto.
"Meu reino não é deste mundo".
"A felicidade não é deste mundo".
Lembrando os ensinos do Mestre de Nazaré, perceberemos que ele não nos prometeu venturas na Terra.
O reino de Deus, do qual ele tanto falou, não alcançaremos aqui.
Ensinou, também, que na casa do Pai há muitas moradas e que ele iria nos preparar o lugar.
Quis com isto dizer que outras moradas mais ditosas esperam por nós, após vencidas as etapas da vida na Terra.
A Terra, portanto, se assemelha a uma escola destinada a nos ensinar as primeiras lições.
Tão logo estejamos preparados, outras escolas estarão à nossa disposição, e assim, sucessivamente, até conquistarmos o diploma da perfeição relativa que nos cabe.
Três cruzes, três dores!
Quando a cruz se fizer sentir em seus ombros já macerados pela dor, lembre-se daquele que a suportou com serenidade no olhar, mesmo sabendo ser inocente.
Lembre-se, ainda, que a estrada por onde segue com os pés dilacerados pelas pedras, é a mesma estrada que ontem trilhou com o sorriso da irresponsabilidade e do desleixo.
Tenha sempre em mente que Deus é justo. Que você não é vítima do acaso. E que se não encontra a causa do sofrimento nesta existência, ela certamente estará oculta pelo véu do esquecimento, mas, ainda assim, é uma conquista sua.
Procuremos espalhar flores pelos caminhos que percorremos hoje.
Enquanto nos curvamos para juntar as pedras que espalhamos ontem, deixemos no solo as sementes das boas obras, que florescerão e frutificarão logo mais.
Assim, num amanhã feliz, sentiremos um suave perfume a nos invadir a alma. E veremos a estrada iluminada pelos nossos atos dignos.
E a dor?
A dor fará parte de um passado do qual não faremos questão de lembrar.
Texto com base na mensagem "As três dores" do livro Em Torno do Mestre, de Vinícius.
Nem sempre uma prece é real somente quando se dirijam exortações a Deus ou a seus mensageiros, no intuito da oração. Uma leitura edificante, que retempere ou enobreça a mente, pensamentos altruísticos e beneficentes em favor do próximo ou de si mesmo poderão repercutir nos fluídos cósmicos, encaminhando-se para os altos círculos do Bem, e daí carrear para o coração que assim procede, como para aqueles que lhe ficam ao pé, consideráveis estímulos para o melhor, tal como o faria a prece propriamente dita.
do livro "Dramas da obsessão" - pelo espírito Bezerra de Menezes - Yvone A Pereira.
O governador da Terra, desde o seu surgimento é Jesus e, Espírito Guardião Nacional (Brasil) é Ismael.
Lembrando aqui a missão do Brasil, reafirmada em diversas manifestações do Mundo Espírita.
"Aqueles [povos], cujas leis se harmonizam com as leis eternas do Criador, viverão e servirão de farol aos outros povos.- (Resposta à questão 788 de "O Livro dos Espíritos".)
Já em 1876 o anjo Ismael advertia aos primeiros espíritas deste país que a missão do Brasil é a da evangelização. Em 1920 a Espiritualidade lembrava a mesma incumbência atribuída ao povo brasileiro, e Humberto de Campos (Espírito) reafirma o mesmo encargo desta nação formada de múltiplas raças.
Evangelizar é reeducar para o Bem, como o fez Jesus, o Cristo de Deus.
Não há missão coletiva mais nobre.
E nesse momento político que passamos, ele nos pede muita vibração.
Vibrar é doar e todos nós temos algo de bom a dar em favor do próximo. Um bom pensamento, uma palavra de carinho, um sentimento de bem que enviamos é doação, é caridade. Fique relaxado na cadeira, o ideal é ficar de olhos fechados, para concentrar-se: pensamento, procurando doar amor, paz, saúde, equilíbrio.
A inteligência sem amor, te faz perverso.
A justiça sem amor, te faz implacável
A diplomacia sem amor, te faz hipócrita.
O êxito sem amor, te faz arrogante.
A riqueza sem amor, te faz avaro.
A docilidade sem amor te faz servil.
A pobreza sem amor, te faz orgulhoso.
A beleza sem amor, te faz ridículo.
A autoridade sem amor, te faz tirano.
O trabalho sem amor, te faz escravo.
A simplicidade sem amor, te deprecia.
A oração sem amor, te faz introvertido.
A lei sem amor, te escraviza.
A política sem amor, te deixa egoísta.
A fé sem amor te deixa fanático.
A cruz sem amor se converte em tortura.
A vida sem amor... não tem sentido...
A indagação sobre a justiça, a arte de dar a cada um aquilo que é seu, é uma constante na história da humanidade.
As leis humanas foram paulatinamente alteradas, com a finalidade de atingir um ideal de justiça.
As leis criadas pelo homem refletem os valores e o estágio de desenvolvimento intelectual e moral da coletividade.
O contínuo progresso da humanidade, em todos os quadrantes, revela-se na evolução das normas de convivência.
Na idade média, por exemplo, considerava-se normal e justa a completa submissão dos servos ao senhor feudal, que tinha poder de vida e morte sobre eles.
Hoje essa noção choca e não corresponde ao ideal de justiça que a maioria possui.
O mesmo pode ser afirmado de inúmeros outros institutos, outrora admitidos, mas que atualmente causam repugnância, como escravidão, prisão por dívidas, matar em defesa da honra.
O respeito às leis em vigor é imprescindível à preservação da harmonia no meio social, mas é apenas o começo.
Do cristão espera-se um padrão de conduta mais refinado, espelhado nos exemplos de Jesus.
Ao cristão não basta a mera obediência aos códigos legais vigentes.
A referência a leis por vezes ainda iníquas não serve de desculpa para uma consciência desperta para os valores superiores da vida.
A quem já se enamorou da paz ofertada por Jesus e se convenceu da necessidade de sublimar os próprios sentimentos, incumbe viver no mundo sem ser do mundo.
Ou seja, revelar, por seu proceder, o ideal de fraternidade e compaixão exemplificado por Jesus.
Na realidade, o cristo indicou o caminho de acesso ao conceito de justiça que as leis divinas encerram, a nortear o viver de seus seguidores.
O Mestre afirmou que toda a lei se resume em "amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo".
Se amamos ao próximo como a nós mesmos, desejamos para ele o mesmo que para nós próprios.
Conseqüentemente, devemos tratá-lo em quaisquer circunstâncias como gostaríamos de ser tratados se estivéssemos em seu lugar.
Nesse contexto, tratar o semelhante com justiça significa dar-lhe o que almejaríamos receber, se nossa posição fosse a dele.
As leis humanas podem nada dispor, ou mesmo estabelecer de modo diverso.
Mas esse raciocínio é o norte para o cristão agir com justiça, em qualquer situação.
Ou seja, para dar ao próximo o que lhe é de direito.
Como todos desejam ser bem tratados, com respeito e dignidade, devem naturalmente tratar os outros dessa forma.
A generalização desse proceder já seria o começo do paraíso na Terra.
Se temos um parente doente e dependente de nossa atenção, pensemos como nos sentiríamos no lugar dele.
Reflitamos sobre como estaríamos constrangidos e necessitados de demonstrações de afeto.
Se agirmos com ele como gostaríamos que agisse conosco, nas mesmas circunstâncias, estaremos sendo justos.
Do mesmo modo, se alguém bate em nosso carro no trânsito.
Caso sejamos nós os culpados, apreciaremos que o outro seja gentil e compreensivo.
Então, constitui nosso dever de cristãos adotar esse padrão de conduta.
Afinal, no contexto das leis divinas, somos todos irmãos e companheiros na jornada evolutiva.
Da exortação de Jesus: amai-vos! Decorre nosso dever de colaboração e compreensão mútuas.
Pensemos nisso.